Embora USPIANOS POSSAM SER CONSIDERADOS como MENTES POUCO BRILHANTES e de GRANDES MÚSCULOS POR um SITE AMERICANO*, quem ESTUDA e se torna um GRÃO MESTRE a ponto de se tornar REITOR da UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) sabe que a AMBIGUIDADE também PODE SER usada como um RECURSO ESTILÍSTICO em que a pretensão real é tornar a DECLARAÇÃO polissêmica, ESCORREGADIA.Para entrar na USP não basta ter conhecimentos teóricos, tem de saber ler, interpretar e mais do que tudo explanar o conhecimento adquirido em respostas a um dos mais temidos vestibulares: a FUVEST. Pretende-se, portanto, que estas também sejam qualidades de quem "rege" a Instituição Universitária.
Uma das formas de se inquirir o conhecimento e a "esperteza" do vestibulando são as famosas questões de ambiguidade em que muitos passam algum tempo quebrando a cabeça quanto aos significados "objetivo" e "oculto" de uma oração ou declaração. Isto é, o que o autor quis dizer e o que ele acabou deixando entender.
Sentado na varanda, o menino avistou um mendigo é um ótimo exemplo do que faz queimar as pestanas. Quem estava mesmo sentado na varanda? O menino ou o mendigo? Embora eu possa aqui dar uma bela resposta conceitual, o signifcado real da oração só vai saber quem a disse ou escreveu.
Bem como só vamos ser aptos a entender esta "frase do dia", se acaso houver desambiguação por quem a proferiu. Nos mais me sinto ofendida quaisquer que tenham sido as intenções desta. Porque não me consideraria feliz com a morte de alguém para poder seguir com meus ideais. E não me considero segura com a ameaça que aparece implícita e em destaque.
O Sr. Reitor do (raso) diálogo e da (suposta) comunicação está precisando deixar de ser um macho Alfa.
*Tradução um tanto distorcida pelo Estadão.
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