quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O que pretendo
Não tenho a intenção de ter seguidores de minhas ideias, pois nem ao menos me sinto um messias, deixo isto para as religiões e aos fanatismos que podem muito bem ser relacionados a Deus ou não.
Escrever já me bastará.
Sobre que assunto? Não tenho certeza, o tema que for mais relevante no dia, no mês, na minha vida, para o planeta. Não quero carregar bandeiras fixas, não gosto de carnaval e não sou porta-bandeiras ou estandarte.
Escrever já me bastará.
A liberdade de deixar fluir as palavras é uma maravilha que a todos deveria deliciar. Se nos anúncios do metrô desenvolvidos para uma maior cultura da leitura encontra-se o fato de que por saber a língua portuguesa deveríamos desvendar o tesouro da literatura brasileira, porque, então, não poder parodiá-los, dizendo que ao sabermos a língua deveríamos descobrir o tesouro da expressão escrita?!
Às vezes, saber não significa nada, principalmente, se apenas ocorre em um processo individual e interno. O saber não tem um fim em si mesmo.
A ideia, assim, é soltar um pouco o conhecimento apreendido para que as ideias possam ser compartilhadas e, ao mesmo tempo, terem algum sentido de existência, mas sem a intenção de metamorfosear alguém, apenas como forma de expressão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário